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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

o Reisado do Mestre Pedro ...


No Reino de Mestre, Contramestre, Rainhas, Reis, Mateus, Catarina e Boi, encravado no Distrito de Rainha Izabel, já insistiu o Reisado de PEDRO CAVALCANTE DE BARROS, Mestre Pedroque desde dos seus 12 anos de idade, já participava das festas de reisados em sua comunidade, com o decorrer do tempo, a brincadeira foi ficando mais adulta e Pedro realizou seu grande sonho, ter seu próprio reisado, assim o fez, o menino virou Mestre de Reisado.



Em tempos áureos, a convite do Padre Dom Caríssio, seu reisado participou do Ciclo Natalino em Bom Conselho por três anos, Auto natalino esse, fusão de cenas e cantos de reis com as congadas. Sincretismo dos encantos divinos, o bumba-meu-boi anunciava a Chegada do Messias, homenageando os Três Reis Magos, dançando, cantando e dialogando, apresentavam os mais garridos trajes de colores vibrantes – saiotes e capas de cetim, guarda-peito e chapéu com enfeites de espelhos, vidrilhos lantejoulas, perólas muídas e fitas coloridas.   


Com o decorrer do tempo, as cores do reisado do Mestre Pedro foram desbotando, e assim mais uma tradição de Bom Conselho se transformou em cinzas, em desabafo a direção da Associação dos Músicos Amadores de Bom Conselho, o Mestre de Reisado falou em prantos sem lagrimas, a profunda tristeza que se crepitou no seu coração, que por falta de apoio e incentivo dos poderes públicos, levou seu reisado de décadas, a extinção. Mestre Pedro se despende cantando. “ ... Dono da casa Adeus que eu me vou, Até para o ano Se nós vivo for...”






terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Capitão Renato Colatino o Bacamarteiro de Bom Conselho ...


Associação dos Músicos Amadores de Bom Conselho, em mais uma marcha cultural, conheceu o Bacamarteiro RENATO COLATINO DE BARROS, residente no Distrito de Rainha Izabel, Capitão Colatino cultiva desde seus 10 anos de idade, a tradição que herdou dos seus familiares, seu bacamarte foi fabricado em Belém de Maria sertão de Pernambuco.


A formação inicial eram de 25 Bacamarteiros, que se apresentavam nos festejos juninos e natalinos de Rainha Izabel, sobre o comando de Renato Colatino, Capitão, ele que representava o fator histórico do 21º Batalhão Voluntário da Pátria que lutou na guerra do Paraguay, batalhão esse que representava o Estado de Pernambuco do qual fez parte o nosso conterrâneo Emilio Dantas Barreto, hoje só restam da sua última apresentação, 12 componentes de Bacamartes, devido por problemas de saúde, há 2 anos que o nosso Capitão não se apresenta.


O bacamarte é de origem do século XVIII, sua radição que tem origem na guerra do Paraguai. Consiste na reunião de atiradores de bacamarte sob a direção geral de um comandante, dividido em batalhões e que durante os festejos juninos e natalinos deflagram grandes descargas de pólvora seca, em homenagem aos santos padroeiros. São acompanhados por bandas de pífanos ou zabumbas, num ritual místico de grande efeito pictórico.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Maestro Zé Povoas e o Embaixador Pedro Ramos ...


Os valores culturais de Bom Conselho excedem fronteiras, que digam JOSÉ POVOAS Maestro do Corpo de Fuzileiros Navais, da Marinha do Brasil, PEDRO RAMOS Oficial da Reserva na Marinha brasileira, ex-alunos da Escola de Música Villas Lobo, que transformou crianças em homens multiplicadores da nossa cultura, Villa Lobos que teve a sua frente, o saudoso Maestro Jose Duarte Tenório “PULUCA”, nosso mais Eminente Músico.

Acordeonista Dvardo Veiga ...




A AMABC que vem realizando levantamento da Cultura de Bom Conselho, conheceu mais um acordeonista. Seu nome? Edvaldo Tomaz da Silva, conhecido popularmente como “Dvardo Veiga”, morador do Distrito da Rainha Izabel, zona rural de Bom Conselho. 

Foi na sua juventude que Dvardo Veiga aprendeu desde 13 anos de idade a tocar acordeom de 8 baixos sozinho, ouvindo o rádio do Sr. Francisco Tenório, pai de crianção, que tanto amou e educou como seu filho, Veiga vem alegrando casamentos, batizados, aniversários e quadrilhas juninas, nos sítios; Pilaozinho, Escorrego, Cacimbinha e Cafundó.  há mais de quatro décadas.