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sexta-feira, 6 de maio de 2016

CARLOS ALBERTO: Em defesa do Centro de Cultura Municipal e Eventos


Bom Conselho aclama pela construção de um Centro de Cultura e Eventos. Espaço esse que além de oferecer conforto e segurança, ajudaria conter despesas desnecessárias com aluguel de palco, camarins e banheiros químicos. Como é do conhecimento de todos, anualmente a Prefeitura de Bom Conselho realiza o maior e melhor festejo junino do agreste meridional pernambucano, ForróBom. Que esse ano realizará sua 23ª Edição no Parque de Exposição Delamário Borba, as margens da Rodovia Frei Caetano de Messina (antiga PE-2018). Único lugar para realização de eventos das grandes massas. Porém o referido espaço não oferece acomodações mínimas de conforto, tanto para os artistas, como para o público em geral. Obrigando os produtores de eventos até que alugar estruturas com finalidade de realizar as apresentações artísticas. Carlos Alberto, presidente licenciado da AMABC, defende a construção de um CENTRO DE CULTURA MUNICIPAL E EVENTOS, espaço esse destinado a realização de todos os eventos culturais, religiosos e festejo em geral de Bom Conselho, com as seguintes estruturas: Construção de 2 palcos permanentes, camarins, sala de imprensa, salas de apoios, praça de alimentação e banheiros permanentes. Em sua proposta Carlos Alberto também defende a instalação da parte administrativa da Cultura Municipal, com as edificações de: salão administrativo, auditório, salas de apoio, hall para Exposições, copa com balcão de serviços, toaletes, sala para realização de oficinas entre outros. Oferecendo de verdade uma ampla estrutura permanente de total apoio a realização de eventos em nosso município.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

CARLOS ALBERTO: Defenderá cachê mínimo para o artista da terra


O fomento a cultura bonconselhense através dos artistas populares de Papacaça também contribui para elevar a autoestima dos nossos munícipes. A valorização do artista popular tradicional necessita receber pagamento dos seus cachês dentro de um prazo curto. Para isso o Pode Executivo Municipal é responsável, devendo assim garantir o mínimo de dignidade aos artistas e grupos populares. O cachê para o artista é tão sagrado, como o leite materno de uma mãe é para com o seu filho, sendo o referido ordenado a principal sustentabilidade de sua cultura. A AMABC tem conhecimento que a muito que se feito, em prol do artista popular de Bom Conselho. Em especial no que se refere a cachê. Alguns artistas de Papacaça vêm recebendo valores muito abaixo do seu merecimento. Um desrespeito com a arte cultural popular de nossa cidade. Em recente conversa com Carlos Alberto, presidente licenciado da AMABC. Fomos informados que o mesmo defenderá propostas que garantam um cachê mínimo aos artistas bonconselhenses. Contratados esses pela PMBC – Prefeitura Municipal de Bom Conselho em todo âmbito dessa municipalidade.



Forró, o verdadeiro, tem que ter sanfona, zabumba e triângulo.


Havia uma época que o festejo junino de Bom Conselho era dedicado ao forró tradicional, favorecendo a autêntica cultura pernambucana e os forrozeiros, cantores e compositores de melhor qualidade. Tempo onde comer milho cozido e pé-de-moleque, era diversão garantida para os exigentes paladares juninos. Tempo em que o Polo dos Festejos Juninos era chamado de ARRAIÁ, feito de palha de coqueiro. Onde a música era sem duvida mais importante do que os grupos musicais. Hoje o que assistimos é a descaracterização da nossa rica cultura junina da nossa cidade, custeada por recursos públicos municipais, estaduais e federais. Induzindo a nossa juventude a desprezar a inigualável cultura pernambucana. Silenciando a sanfona, zabumba e o triangulo de Luiz Gonzaga, instrumentos esses que por muitos anos ajudou a narrar à vida sofrida do povo nordestino sertanejo. Época em que valores e virtudes da cultura nordestina eram respeitados e preservados. Hoje presenciamos a imagem feminina da mulher nordestina, relacionada ao forte apelo comercial da produção artística de bandas estilizadas com músicas de caráter explicitamente sexual. Inferiorizando e vulgarizando a figura feminina do nosso povo. Talvez se houvesse manutenção, incentivada pelo poder público municipal, certamente carreariam, centenas de jovens, a desenvolverem, o bom gosto pela cultura nativista de nossa cidade, possibilitando o surgimento de novos talentos, ajudando ainda mais elevar o nome de Papacaça dentro de um cenário mais regionalizado. Levando para Pernambuco e para o Brasil afora a rica cultura de Dominguinhos, musicalidade genuinamente bonconselhense!


quarta-feira, 4 de maio de 2016

CACHÊ MUSICAL DO ARTISTA DA TERRA: Cultura que promove insustentabilidade


É perceptivo o empobrecimento dos grupos artísticos da cultura popular musical em nossa região. Se não bastassem as contratações esporádicas de espetáculos, sem qualquer noção de continuidade, fomento, estabilidade e sustentabilidade das ações de desenvolvimento em prol da cultura. Tem apresentação musical em grandes festivais em nossa região que o cachê artístico vai de R$ 500,00 a R$ 2.500,00. O artista regional se ver obrigado a prostituir sua arte, aceitando valores incompatíveis as despesas mínimas com suas apresentações. E o pior, promovido por aqueles que por oficio dos seus cargos de gestão (PREFEITOS), deveriam promover justiça sociocultural. Fato esse lamentável para o bom censo do comprometimento com o justo. Promovendo condições de desigualdades com a cultura local. Afinal que compromisso é esse com os valores artísticos da nossa gente? Sabemos que o conservadorismo político econômico regional, induz a classe artística da cultura popular de nossa região a não tecer criticas sobre os seus cachês. Cabem os Ministérios Públicos: Estadual e Federal. Câmaras Legislativas, Conselhos de Culturas, Associações Culturais e Assembleias Legislativas, a questionar e defender a alma cultural do nosso povo. Afinal sem artista, não haverá música. E sem música, jamais haverá festividade.


terça-feira, 3 de maio de 2016

EDUARDO SANTEIRO: Arte do religioso ao sacro


Eduardo Bezerra Cavalcanti (Eduardo Santeiro), Discípulo do Mestre Irineu, iniciou seu oficio ainda muito jovem. Renomado escultor e restaurador da arte barroca, sua arte sacra já percorreu Brasil afora: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Entre outros Estados nordestinos. 

Depois de ganhar os principais eixos brasileiros seu trabalho finalmente chega a Sede Mundial do Catolicismo, Roma. Onde a imagem de São João de Botas, decora a mesa da sua santidade, Papa Francisco. Presente dado pelo cardeal Raymundo Damasceno, presidente da CNBB






BOM CONSELHO: A arte barroca de Pernambuco que se expressa


Apóstolo João Batista
(Pintor Bomconselhense - Antonio Carlos de Almeida)

Em visita aos ateliês dos mestres artesãs da arte sacra e religiosa de Bom Conselho de Papacaça. Passamos a conhecer melhor, o espírito artístico da nossa cidade. Bom Conselho é sem duvida um grande celeiro da arte barroca Pernambucana. Que mesmo invisíveis aos olhos das autoridades públicas da nossa cidade, sobrevivem com o passar do tempo. A AMABC tem sido uma voz constante na valorização e divulgação dos artistas bonconselhenses. É inacreditável que em pleno século XXI, não haja um Pacto em prol da Arte Sacra e Religiosa em nossa cidade. O tempo está passando e as gestões públicas da política monocrática ignoram a classe artística da nossa cidade. Verdadeiros Patrimônios Culturais da nossa municipalidade. Nossos artesãos vivem em ostracismo total, por ausência das simples ações que poderia gerar empregos e rendas, através do turismo sacro religioso. “A gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte”. Comida – Titãs.