Bom Conselho aclama pela construção de um Centro de Cultura e Eventos.
Espaço esse que além de oferecer conforto e segurança, ajudaria conter despesas
desnecessárias com aluguel de palco, camarins e banheiros químicos. Como é do conhecimento de
todos, anualmente a Prefeitura de Bom Conselho realiza o maior e melhor festejo
junino do agreste meridional pernambucano, ForróBom. Que esse ano realizará sua
23ª Edição no Parque de Exposição Delamário Borba, as margens da Rodovia Frei
Caetano de Messina (antiga PE-2018). Único lugar para realização de eventos das
grandes massas. Porém o referido espaço não oferece acomodações mínimas de
conforto, tanto para os artistas, como para o público em geral. Obrigando os
produtores de eventos até que alugar estruturas com finalidade de realizar as
apresentações artísticas. Carlos Alberto,
presidente licenciado da AMABC, defende a construção de um CENTRO DE CULTURA MUNICIPAL E
EVENTOS, espaço esse destinado a realização de todos os eventos
culturais, religiosos e festejo em geral de Bom Conselho, com as seguintes
estruturas: Construção de 2 palcos permanentes, camarins, sala de imprensa, salas
de apoios, praça de alimentação e banheiros permanentes. Em sua proposta Carlos Alberto também
defende a instalação da parte administrativa da Cultura Municipal, com as
edificações de: salão administrativo, auditório, salas de apoio, hall para
Exposições, copa com balcão de serviços, toaletes, sala para realização de
oficinas entre outros. Oferecendo de verdade uma ampla estrutura permanente de total apoio a
realização de eventos em nosso município.
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sexta-feira, 6 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
CARLOS ALBERTO: Defenderá cachê mínimo para o artista da terra
O fomento a cultura bonconselhense através dos
artistas populares de Papacaça também contribui para elevar a autoestima
dos
nossos munícipes. A valorização do artista popular tradicional necessita
receber
pagamento dos seus cachês dentro de um prazo curto. Para isso o Pode
Executivo
Municipal é responsável, devendo assim garantir o mínimo de dignidade
aos artistas
e grupos populares. O cachê para o artista é tão sagrado, como o leite
materno
de uma mãe é para com o seu filho, sendo o referido ordenado a principal
sustentabilidade
de sua cultura. A AMABC tem conhecimento que a muito que se feito, em
prol do artista
popular de Bom Conselho. Em especial no que se refere a cachê. Alguns
artistas de Papacaça vêm recebendo valores muito abaixo do seu
merecimento. Um desrespeito
com a arte cultural popular de nossa cidade. Em recente conversa com
Carlos
Alberto, presidente licenciado da AMABC. Fomos informados que o
mesmo defenderá propostas que garantam um cachê mínimo aos artistas
bonconselhenses. Contratados esses pela PMBC – Prefeitura Municipal de Bom
Conselho em todo âmbito dessa municipalidade.
Forró, o verdadeiro, tem que ter sanfona, zabumba e triângulo.
Havia
uma época que o festejo junino de Bom Conselho era dedicado ao forró
tradicional, favorecendo a autêntica cultura pernambucana e os forrozeiros,
cantores e compositores de melhor qualidade. Tempo onde comer milho cozido e pé-de-moleque,
era diversão garantida para os exigentes paladares juninos. Tempo em que o Polo
dos Festejos Juninos era chamado de ARRAIÁ, feito de palha de coqueiro. Onde a
música era sem duvida mais importante do que os grupos musicais. Hoje o que
assistimos é a descaracterização da nossa rica cultura junina da nossa cidade, custeada por recursos
públicos municipais, estaduais e federais. Induzindo
a nossa juventude a desprezar a inigualável cultura pernambucana. Silenciando a
sanfona, zabumba e o triangulo
de Luiz Gonzaga, instrumentos esses que por muitos anos ajudou a narrar à vida
sofrida do povo nordestino sertanejo. Época
em que valores e virtudes da cultura nordestina eram respeitados e preservados.
Hoje presenciamos a imagem feminina da mulher nordestina, relacionada ao forte apelo
comercial da produção artística de bandas estilizadas com músicas de caráter
explicitamente sexual. Inferiorizando e vulgarizando a figura feminina do nosso povo.
Talvez se houvesse manutenção, incentivada pelo
poder público municipal, certamente carreariam, centenas de jovens, a
desenvolverem, o bom gosto pela cultura nativista de nossa cidade,
possibilitando o surgimento de novos talentos, ajudando ainda mais elevar o
nome de Papacaça dentro de um cenário mais regionalizado. Levando para
Pernambuco e para o Brasil afora a rica cultura de Dominguinhos, musicalidade
genuinamente bonconselhense!
quarta-feira, 4 de maio de 2016
CACHÊ MUSICAL DO ARTISTA DA TERRA: Cultura que promove insustentabilidade
É perceptivo o empobrecimento
dos grupos artísticos da cultura popular musical em nossa região. Se não bastassem
as contratações
esporádicas de espetáculos, sem qualquer noção de continuidade, fomento,
estabilidade e sustentabilidade das ações de desenvolvimento em prol da cultura.
Tem apresentação musical em grandes festivais em nossa região que o cachê artístico vai de R$ 500,00 a R$ 2.500,00. O artista regional se ver obrigado a prostituir sua arte, aceitando valores incompatíveis as
despesas mínimas com suas apresentações. E
o pior, promovido por aqueles que por oficio dos seus cargos de gestão (PREFEITOS), deveriam promover justiça sociocultural. Fato esse lamentável para
o bom censo do comprometimento com o justo. Promovendo condições de
desigualdades com a cultura local. Afinal que compromisso é esse com os valores
artísticos da nossa gente? Sabemos que o conservadorismo político econômico
regional, induz a classe artística da cultura popular de nossa região a não tecer criticas sobre
os seus cachês. Cabem os Ministérios Públicos: Estadual e Federal. Câmaras
Legislativas, Conselhos de Culturas, Associações Culturais e Assembleias Legislativas, a questionar e defender a alma cultural do nosso povo. Afinal sem artista, não
haverá música. E sem música, jamais haverá festividade.
terça-feira, 3 de maio de 2016
EDUARDO SANTEIRO: Arte do religioso ao sacro
Eduardo Bezerra Cavalcanti (Eduardo Santeiro),
Discípulo do Mestre Irineu, iniciou seu oficio ainda muito jovem. Renomado
escultor e restaurador da arte barroca, sua arte sacra já percorreu Brasil
afora: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Entre outros Estados
nordestinos.
Depois de ganhar os principais eixos brasileiros seu
trabalho finalmente chega a Sede Mundial do Catolicismo, Roma. Onde a imagem de
São João de Botas, decora a mesa da sua santidade, Papa Francisco. Presente
dado pelo cardeal Raymundo Damasceno, presidente da CNBB
BOM CONSELHO: A arte barroca de Pernambuco que se expressa
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