Vem aí o II Carnaval de Zé
Puluca, com seu estandarte alusivo de multicores e esplendor, exaltando sua
alegria que é puro amor, mesmo sendo de fantasia, já contagia um dia de plena
folia, contando como tudo começou, diga ao seu Zé Pereira que o nosso festejo
não tem igual, até que aparece gente pequena querendo falar mal, não sabem eles
que Carnaval de Zé Puluca já é sensacional.
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terça-feira, 5 de agosto de 2014
AMABC institui a criação da Escola de Música Armorial Mestre Ariano Suassuna
Associação dos Músicos Amadores de Bom Conselho institui a criação de uma Escola de Música, o presidente Carlos Alberto, junto com sua direção, achou por bem fundar a Escola de Música Armorial Mestre Ariano Suassuna, uma justa homenagem da AMABC ao Patrono do Carnaval de Zé Puluca.
Em reunião recente com o
Maestro Francisco Aguiar, Carlos Alberto e Gustavo Pereira, membros do
gerenciamento da AMABC, apresentaram ao Regente Aguiar, mais um novo projeto de
ordem cultural, que visa o fortalecimento da expressividade musical na terra de
Papacaça.
“Temos
nosso humilde espaço,
e contamos com o apoio total do nosso amigo Francisco Aguiar, Maestro da
AMABC, que se propôs a ensinar música aos ilustres filhos de Bom
Conselho. Agora podemos
lutar em obter os nossos próprios instrumentos musicais, somos uma
entidade que
promovemos cultura, nada mais justo de irmos à busca do fortalecimento
do maior
oficio da nossa entidade, que é promover a música em todas suas
diversidades. Nosso
saudoso mestre Ariano Suassuna, dedicou sua existência em prol dos
valores da cultura popular, em vida foi um dos grandes defensores dessa preservação, e nada mais justo homenagear esse grande paraibano de alma pernambucana. E por fim pretendemos reativar a Antiga Orquestra Villa Lobos, que por quase cinco décadas,
foi regida pelo nosso saudoso maestro José Duarte Tenório (Zé Puluca)”.
Declarou Carlos Alberto, presidente da AMABC.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
AMABC rumo ao Paço do Frevo
![]() |
| Paço do Frevo |
O movimento de resgate, valorização
e difusão as expressividade culturais de Bom Conselho, ora representado pelo
Carnaval de Zé Puluca, em breve se apresentará no Paço do Frevo, na cidade do Recife, onde o Gigante do Maestro de Zé Puluca, com seu alusivo estandarte, erguerá
de forma imponente a memória do saudoso Maestro José Duarte Tenório (Zé Puluca),
ao som da Orquestra de Frevo da AMABC, regida pelo Maestro Francisco Aguiar,
que apresentará frevos inéditos, composições de sua autoria, que retratam a
rica expressividade artística de Bom Conselho.Alexandre Santos e Galo Preto um encontro de entrega de título da AMABC
A
Direção da AMABC convidou nesse domingo (03/08) o Jovem bomconselhense Alexandre Santos, para
entregar o Título de Sócio Benemérito da entidade de músico de Bom Conselho, a Galo Preto, Menestrel do Coco e da
Embolada, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O referido encontro será no Paço do Frevo, na cidade do Recife, ainda com data a ser marcada. A Direção da AMABC, já protocolou o referido agendamento ao Museu do Frevo de Pernambuco, para apresentação do Boneco Gigante de Zé Puluca, junto com seu alusivo estandarte, acompanhado pela sua orquestra de frevo, onde apresentarão no referido espaço cultural, todo fervor do Carnaval de Zé Puluca. A referida comenda é o terceiro
tributo concedido pela AMABC, desde sua existência nesse quase 10 anos de
atividade cultural, recentemente ainda em vida foi entregue os respectivos títulos, ao memorável Escritor
Ariano Suassuna, e ao ex-governador Eduardo Campos, pelos relevantes
serviços prestados a cultura pernambucana, em especial a de Papacaça. Vale registrar que o jovem Alexandre,
com sua voz marcante, é um dos mais promissores cantores na atualidade em Bom
Conselho, seu gosto pela música foi despertado pelo estilo marcante da Banda
Legião Urbana, conduzindo seu estilo irreverente pelo
bom gosto da música popular brasileira.
domingo, 3 de agosto de 2014
Galo Preto o bomconselhense que é patrimônio vivo de Pernambuco, mas desconhecido de Bom Conselho
Tomaz
Aquino Leão, conhecido como Mestre Galo Preto, nasceu em 08 de outubro de 1935,
no hoje reconhecido Quilombo de Rainha Izabel, na cidade de Bom Conselho
de Papacaças, Agreste Meridional do Estado. Apesar de ser um dos Patrimônio Vivo de Pernambuco, continua sendo um ilustre desconhecido da sua terra. Aos oito anos fez a sua
primeira embolada e ainda na infância, no período que viveu em
Garanhuns, ganhou o apelido Galo Preto (pois era brabo feito um galo).
Em
1947, chega ao Recife para trabalhar e passa a vender batatas nas ruas e portas
das casas, fazendo improvisos com seu estilo irreverente e perspicaz.
Certo dia seus pregões impressionaram o poeta e escritor Ascenso Ferreira,
que indicou o garoto à Rádio Clube de Pernambuco, dando início a sua carreira
artística como cantador, repentista, coquista e embolador. Um dos
momentos significativos da sua trajetória foi a grande visibilidade nacional ao
longo da década de 1970, quando esteve presente em programas da televisão
nacional. Foi parceiro de personalidades da música popular brasileira,
como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Arlindo dos Oito Baixos e Jacinto
Silva.
Depois de 11 anos longe dos palcos, Galo Preto retorna as atividades em 2008, no terceiro aniversário do programa Sopa de Auditório, continuando os cerca de setenta anos de carreira. A vida e a obra de Galo Preto foram retratadas no documentário Galo Preto, o menestrel do coco. Em 2007, participou do documentário Coquistas de Olinda contra a violência e em 2008, foi lançado o CD “Mestre que é bom mestre ensina o seu cantar…”, em comemoração aos seus 65 anos de carreira.
Atualmente, reside na cidade de Paulista e com seu pandeiro continua difundindo a poética e melodia do coco e da embolada. Em dezembro de 2011, o Mestre Galo Preto recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco.
Depois de 11 anos longe dos palcos, Galo Preto retorna as atividades em 2008, no terceiro aniversário do programa Sopa de Auditório, continuando os cerca de setenta anos de carreira. A vida e a obra de Galo Preto foram retratadas no documentário Galo Preto, o menestrel do coco. Em 2007, participou do documentário Coquistas de Olinda contra a violência e em 2008, foi lançado o CD “Mestre que é bom mestre ensina o seu cantar…”, em comemoração aos seus 65 anos de carreira.
Atualmente, reside na cidade de Paulista e com seu pandeiro continua difundindo a poética e melodia do coco e da embolada. Em dezembro de 2011, o Mestre Galo Preto recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco.
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