quinta-feira, 21 de maio de 2015

A expressividade Cênica de Piivant e Smanlhyer: A Arte Estouro as Minhas Veias


A arte Cênica abrange o estudo e a prática de toda forma de expressão que necessita de uma representação, como o teatro, a música ou a dança. Onde se divide em cinco gêneros: Trágico, Dramático, Cômico, Musical e Dança. 

O gênero Trágico imita a vida por meio de ações completas. O Drama descreve os conflitos humanos. A comédia apresenta o lado irônico e contraditório. O Musical é desenvolvido através de músicas, não importa se a história é cômica, dramática ou trágica. E a dança utiliza-se da música e das expressões propiciadas pela “mímica”.

“A Arte Estourou as Minhas Veias”. É uma peça do gênero da Dança, que se registra através da fotografia. Expressada pelos jovens artistas bonconselhenses Piivant e Smanlhyer (nomes artísticos). Que sob a orientação da Professora de Arte, Ruth Cavalcante, tem levado os nossos jovens artistas da Arte Cênica. A se apresentarem, nos mais diversos lugares, tendo como destaque maior, o FIG- Festival de Inverno de Garanhuns.

“A Arte Estourou as Minhas Veias”. Uma peça que levará a mais bela arte cênica, até sua cidade.

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Morre Ivaldo Firmino dos Santos, o Zé do Rádio


Faleceu na manhã desta quinta-feira (21), vitima de uma parada cardiorrespiratória, Ivaldo Firmino dos Santos, mais conhecido como Zé do Rádio. Torcedor Símbolo do Sport Club do Recife. Zé do Rádio teve uma parada cardíaca durante a madrugada de hoje, e deu entrada no Hospital Português (Recife), sendo reanimado. Enquanto estava  na Unidade de Recuperação Cardiotorácica, teve nova parada e não resistiu.

Em 2002, ele precisou se submeter a um transplante de coração, depois de passar cinco meses na fila de espera. Ao conhecer o pai de quem doara o órgão para ele, teve uma surpresa: o doador era alvirrubro. Mas nada abalou o que ele sentia pelo Sport e, 10 anos depois, ele participou da campanha de doação de órgãos do rubro-negro, o "Torcedor Doador". "O coração novo aumentou minha paixão pelo Sport", era o que dizia pelas bandas da Ilha do Retiro depois do transplante.

Zé era tão querido que virou até "bonecão" no Carnaval pernambucano, desfilando pelas ruas de Recife e Olinda na época da festa. Em 2007, ele entrou até para o Guinness Book, o livro dos recordes, como "torcedor mais chato do mundo". "Rubro-negro doente, há 15 anos ele atanaza a vida dos treinadores adversários que enfrentam o seu time, não só em Pernambuco como em outros Estados brasileiros", descreve a publicação.

Segundo informações do hospital, a família de Ivanildo que um velório e um enterro discretos. Por meio de seu site oficial, o Sport homenageou "Zé do Rádio", a quem chamou de um de seus "mais célebres torcedores".