sexta-feira, 29 de abril de 2016

A ARTE QUE EXPRESSA: De Antonio Carlos de Almeida


Não é exagero algum denominar de Belas-Artes as expressividades: na pintura, na escultura, no mosaico, no vitral e no desenho artístico do bonconselhense Antonio Carlos de Almeida. De mediato percebe-se que a beleza dos traços artísticos se refinam, no gênero erudito genuinamente bonconselhense.


Nosso erudito artista ganha liberdade para expressar a religiosidade que tanto alimenta as almas dos cristãos. Antonio Carlos cumpri um papel primordial na vida artística bomconselhense, onde cores, formatos e expressões ganham vidas nos mínimos detalhes.


O que nos deixam perplexos e ver tanta beleza sem espaço para ser visto. Pois em Bom Conselho gestores públicos desprezam a arte, a cultura e o artista da nossa municipalidade. Tirando a paixão, que cega à razão. Tirando o chaleirismo, que engana o ego dos trouxas com mentiras. Uma coisa tem que ser dita, nossa cidade não incentiva, não valoriza, não preserva e nem divulga a rica produção cultural artística do nosso município.


Precisamos repensar o que realmente estamos fazendo com a identidade cultural do nosso povo. Nossos artistas são dignos artesãs das Belas-Artes. Onde o popular e o clássico desponta a cada beleza da nossa história. Temos que aplaudir de pé a cultura erudita de Antonio Carlos de Almeida. Que a cada pintura, a cada escultura revela a inigualável beleza cultural da terra de Dantas Barreto. Que mesmo diante do oficio de militar, Dedicou-se à literatura e ao teatro onde escreveu peças como a “Condessa Hermínia” (1883), “Margarida Nobre” (1886) e “Lucinda e Coleta, Episódios da Vida Fluminense” (1896).