domingo, 6 de novembro de 2016

GIGANTE DE IRACEMA BRAGA:Tornará símbolo de combate à violência contra a Mulher bonconselhense!


AMABC tornará a Boneca Gigante que homenageará a saudosa Professora Iracema Braga, em símbolo de luta no combate a violência em desfavor da mulher bonconselhense. Como é do conhecimento de toda nossa sociedade, noticiada nas rádios e blogs de Bom Conselho, vem a cada dia registrado de forma alarmante o crescimento acelerado de agressões contra as mulheres de Papacaça. A Entidade de Músicos de Bom Conselho dará conhecimento tanto ao Ministério Público Estadual, com a Coordenadoria da Mulher de Bom Conselho. Colocando a disposição a boneca gigante da saudosa professora Iracema Braga para movimentos que deslumbrem a luta incessante no combate a violência em desfavor a Mulher de Bom Conselho. Durante o IV Carnaval de Zé Puluca, o recado será dado, afinal “EM MULHER NÃO SE BATE NEM COM UMA FLOR” 

“A violência contra a mulher bonconselhense vem crescendo a cada ano. e nada melhor que alusão da memória mãe e educadora que durante decadas ajudou na formação educacional de homens e mulheres de Bom Conselho. Hoje, a violência é uma das principais causas de sofrimento físico e psicológico de nossas mulheres. Pode-se dizer que a violência representa um desafio para as organizações que prestam serviços de atendimento às mulheres que se encontram em situação de risco ou que tenham sofrido as consequências de um ato de agressão. Os tipos mais frequentes de violência contra a mulher são os que ocorrem na relação conjugal e/ou parental. Em geral, as mulheres sofrem essa violência desde criança, devido aos mitos e preconceitos que resultam de séculos de relações desiguais de poder entre homem e mulher. É indiscutível a violência de gênero predominante em muitas famílias. É percebível que essa é uma realidade em todas as classes e meios sociais. Os reflexos deste mal atingem as suas vítimas, restringindo-lhes a liberdade, reprimindo-as, e ofendendo-as física e/ou moralmente, tornando-as inseguras, revoltadas, depressivas, isoladas e com baixa estima. Nos últimos anos, Bom Conselho passou por grandes mudanças de hábitos e costumes, porém, apesar do aumento da participação feminina na vida política, cultural e econômica, ocupando espaço nas mais diferentes profissões, as mulheres ainda são discriminadas pelo simples fato de ser mulher, e esse tipo de violência ocorre em todas as classes sociais, entre pessoas de diferentes culturas, graus de escolaridade, religiões ou profissões. Dessa forma, como a violência sofrida pela mulher não tem distinção de raça, religião, idade ou qualquer outra condição, pois observamos que ela é fruto de uma sociedade que subordina o sexo feminino, podendo, assim, ocorrer em qualquer ambiente, e que as consequências geralmente são as mesmas, pois, na maioria das vezes, as vítimas dependem emocional e financeiramente do agressor, fazendo com que se sintam coibidas de denunciarem essa agressão, seja física, seja moral, podemos dizer que, para haver o combate a essa violência, é imprescindível o empenho de toda nossa sociedade”. Ajuizou Carlos Alberto. Idealizador do projeto.