Depois de vários rabiscos em
busca do melhor layout para a Camisa Oficial da 5ª Edição do Carnaval de Zé
Puluca, a Direção da AMABC a prova arte final. “Nossa camisa ficou linda! E tem
a marca da Gráfica Rápida DELLCRIAÇÕES. Tenho certeza que Bom Conselho receberá
de braços abertos a chegada do “DRAGÃO DREK”. Nosso mascote! Que ajudará ainda
mais abrilhantar a nossa folia. Com a graça divina realizaremos um festejo que
ficará na história momesca de Papacaça. Em breve anunciaremos preço, data de
inicio para vendas e localidade”. Pontuou Carlos Alberto. Presidente e
Idealizador do Carnaval de Zé Puluca.
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
FELIPE TUNA: Meu eterno Gigante!
O vereador Felipe Tuna em
2018 prestará uma grande homenagem ao seu saudoso pai, Geraldo Tuna. Felipe
pretende imortalizar a memória do seu genitor no reino momesco de Papacaça. Através da confecção de um boneco gigante que terá o oficio
em fazer alusão a sua reminiscência. O Tributo a Geraldo Tuna será do tamanho do amor
e de saudade da sua esposa, filhos e netos. Um gesto grandioso que possibilitará
que a lembrança de Geraldo Tuna possa continuar sendo compartilhada por aqueles
que o admiravam em vida. Durante a entrega dos troféus de participação da 4ª Folia
de Puluca, Felipe bastante emocionando, antecipou a todos os presentes, que em
2018, ele ergueria a memória do seu pai, na forma de um boneco gigante, para
que juntos com seus amigos e familiares pudessem participar do cortejo dos
bonecos gigantes do Carnaval de Zé Puluca. “Meu Pai é, e sempre será o meu extraordinário gigante!”. Pontuou o Vereador Felipe Tuna.
MÁRIO RAPOSO: Eterno Lord de Olinda!
Fraque preto, luvas brancas,
cartola e guarda chuva. Assim desfilou por 63 anos o funcionário da Prefeitura
de Olinda (Guarda Municipal), Mario Medeiros Raposo. Falecido em 3 de março de
2006, no Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em Jaboatão!
Seu traje de Lord foi um presente dado na década de 30, pelo seu avô português.
O que lhe rendeu o seu título honorífico de nobreza. Lorde de Olinda, que durante
o período de momo desfilava pelas ruas do Sitio Histórico Olindense.
Hoje filhos e netos reverenciam a memória do saudoso Mario Raposo, com seu
boneco gigante, que a cada ano vem atraindo novos seguidores, relembrando com
bastante saudosismo a elegância inglesa, que durante 63 carnavais alegrou os
festejos de momo mais apaixonantes do maior carnaval cultural do Brasil!

terça-feira, 8 de agosto de 2017
Para toda Posteridade!
Segundo o pensamento do filosofo Cícero, “A lembrança da posteridade
recompensa a brevidade da vida”. Foram realizados na tarde de hoje (08), na Sede da Folia
que prestam justas homenagens a memória artística do saudoso maestro de Zé
Puluca, vários registros fotográficos com os ilustres homenageados da 5ª Edição
do Carnaval de Zé Puluca. Na ocasião estiveram reunidos os Redatores dos Blogs:
O Argonauta (Emmanuel Leonel), Tiago Padilha e JB Noticias (Josenildo Batista).
Para Carlos Alberto, idealizador do Festejo de Puluca “Nada mais justo em
retribuir perante daqueles que tomaram para suas vidas, a nobre missão de
registrar os principais fatos e acontecimentos do dia a dia de toda sociedade. Os
registros fotográficos realizado na tarde de hoje, garante para a posteridade,
a oportunidade dos nossos homenageados serem lembrados sobre os confetes e serpentinas
douradas do nosso carnaval”.

domingo, 6 de agosto de 2017
BONECOS GIGANTES EM PERNABUCO: Como tudo começou!
Com o Título “Os Bonecos Gigantes
de Olinda e Bom Conselho: Patrimônio Cultural e imaterial do nosso povo!”. O editorial
do BLOG JB NOTICIAS, norteia seus leitores sob a existência dos Bonecos
Gigantes em Pernambuco e suas origens. Entre 1905 e 1928, quando Belém se
consolidava como sede de município às margens do Velho Chico.
O Padre
belga Norberto Phalempin conduziu a vida religiosa e cultural do lugarejo, como
seu primeiro vigário, e também contribuiu para a forma como os belemitas
vivenciam o carnaval. De forma rotineira, o Padre expunha oralmente os costumes
do seu torrão natal - a Bélgica - para um grupo de freqüentadores da Casa
Paroquial. O Padre descrevia as festas religiosas européias em que se
utilizavam grandes figuras humanas bíblicas em procissões, a fim de atrair
fiéis para rituais litúrgicos. Atento
ouvinte, Gumercindo Pires de Carvalho (filho do Cel. Jerônimo Pires de Carvalho
e Hermelinda Pires de Carvalho-Dindinha) recontextualizava as gigantes
alegorias no seu imaginário juvenil, inserindo-as no único folguedo da cidade.
Um
dia, ele concebeu aquelas figuras gigantes para uma finalidade diferente
daquela exposta pelo Eclesiástico. Enquanto
o Padre Norberto proclamava os feitos religiosos de sua terra, Gumercindo
projetava o uso daquelas alegorias para ser o centro da animação do carnaval de
Belém, ou seja, a transferência de um elemento do sistema simbólico cristão
(católico) para o sistema de representação pagã. Folião apaixonado de primeira
hora, ele desejava estimular o espírito carnavalesco daquela pequenina cidade,
ainda sem qualquer meio de comunicação de massa. Quase sonhando, ele imaginava ter encontrado a
fórmula de arrebatar definitivamente o entusiasmo de seus conterrâneos para a
folia. Artista nato, o jovem Gumercindo procurou a sua tia Almerinda Benquerida
do Amor Divino-Nenzinha, que utilizava a técnica de papel machê na confecção de
santos e figuras para a Lapinha de Belém, popularmente conhecida como a Lapinha
de Nenzinha e, com ela, projetou a modelagem de um boneco gigante.
Com a massa de papel machê, Gumercindo moldou
uma imensa cabeça masculina, com bigode e barba pintados. Teve como auxiliares:
José Duarte Lima na modelagem, Luiz Borges (conhecido por Luiz de Tomásia) na
pintura, Deoclécio Lustosa de Carvalho Pires como financiador do projeto e
Nenzinha na confecção das mãos e das roupas. O corpo, com estrutura em madeira,
vestia um macacão estampado. Não como Deus, mas como um artesão que recebeu um
dom divino, ali estavam criador e criatura. O mito da criação se recriava.
Precisava dar-lhe nome. Lembrou do português José Pereira que, no Rio de
Janeiro, à época do império, iniciou o entrudo no carnaval brasileiro.
Em sua
homenagem, batizou o boneco de Zé Pereira e estreou no carnaval de 1919.
Produziu uma encenação para a chegada de Zé Pereira da Europa (chamada, como
gracejo, de Oropas), a título de convidado especial da sociedade belemita para
os dias de folia.
Chegando de barco pelo Rio São Francisco, a Filarmônica
e o povo aguardavam seu desembarque no porto. Os componentes da Banda
fantasiados de marinheiros e as crianças de palhaços. Daí em diante, Zé Pereira
vem comandando o reinado do povo que, em Belém, não é de Momo, tornando-se
tradição nos carnavais. Inicialmente aos sábados e, depois, nas sextas-feiras à
noite, impreterivelmente e sem atrasos, a recepção a Zé Pereira é marco oficial
da abertura do carnaval belemita. Em 2019 Zé Puluca e a sua trupe, viajarão para a Cidade de Belém do São Francisco, onde participarão das comemorações do Centenário dos Gigantes mais antigo do Brasil. Zé Pereira e Vitalina!
Chegando de barco pelo Rio São Francisco, a Filarmônica
e o povo aguardavam seu desembarque no porto. Os componentes da Banda
fantasiados de marinheiros e as crianças de palhaços. Daí em diante, Zé Pereira
vem comandando o reinado do povo que, em Belém, não é de Momo, tornando-se
tradição nos carnavais. Inicialmente aos sábados e, depois, nas sextas-feiras à
noite, impreterivelmente e sem atrasos, a recepção a Zé Pereira é marco oficial
da abertura do carnaval belemita. Em 2019 Zé Puluca e a sua trupe, viajarão para a Cidade de Belém do São Francisco, onde participarão das comemorações do Centenário dos Gigantes mais antigo do Brasil. Zé Pereira e Vitalina! 
sábado, 5 de agosto de 2017
DANTAS BARRETO: Um Imortal Bonconselhense na Academia Brasileira de Letras
Emídio
Dantas Barreto, saiu de Bom Conselho, no Agreste Meridional Pernambucano, aos 15 anos. Analfabeto e
oriundo de uma família pobre, tornou-se herói da Guerra do Paraguai. Aprendeu a
escrever entre os militares e tornou-se filósofo depois de retornar à província
natal. Virou ainda imortal da Academia Brasileira de Letras. Segundo
ocupante da Cadeira 27, eleito em 10 de setembro de 1910, na sucessão de
Joaquim Nabuco, foi recebido pelo Acadêmico Carlos de Laet em 7 de janeiro de
1911. Embora
com importantes encargos militares e políticos, Dantas Barreto dedicou-se
também à literatura, tornando-se conhecido por suas atividades de cronista,
romancista e autor teatral. Colaborou na Revista
Americana do Rio de Janeiro e no Jornal
do Comércio de Porto Alegre. O Ministro da Guerra
e presidente de Pernambuco, como era chamado na época, tomou posse na ABL no Palácio Monroe.
Passeata Dantista, Seguidores do General Emídio Dantas Barreto Contra as Oligarquias de
Sigismundo Gonçalves e o Conselheiro Rosa e Silva, na
foto os Três Homens ao Centro. Dantas Barreto
é o Primeiro da Esquerda para a Direta.. Rua
da Imperatriz, Recife em 1911.
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