Em contato hoje com artista plástico
Camarão, pai dos Bonecos Gigantes do Carnaval de Zé Puluca. Carlos Alberto
presidente da AMABC, solicitou a convocação de 04 bonequeiros, que irão
conduzir os bonecos gigantes do Carnaval de Zé Puluca, no encontro Todos por
Pernambuco. Com data já confirmada para o dia 10 de abril na Cidade de Garanhuns. Para
surpresa do presidente da AMABC, Josenildo Bezerra (Camarão), informou que
possivelmente irá com os bonequeiros convocados, para prestigiar o Carnaval de
Zé Puluca na Suíça Pernambucana.
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quinta-feira, 26 de março de 2015
Carta aberta do Presidente da AMABC
Recebi na manhã de ontem a
grata noticia da existência de um Projeto de Lei, que foi apresentado na Sede
do Poder Legislativo de Bom Conselho em prol do Festejo de Zé Puluca. A
propositura é postulada pelo ilustre Vereador Genival Tavares, que congratula o
“CARNAVAL DE ZÉ PULUCA”, instituindo e incluindo no calendário oficial de datas
e eventos do Município de Bom Conselho a sua manifestação oriunda da cultura
popular carnavalesca, e reconhecendo essa cultura como Patrimônio Cultural Imaterial
de Papacaça. Na qual faço questão em aplaudir de pé, pela tão honrosa iniciativa
do Parlamentar Geninho Tavares. Amigo e incentivador da cultura carnavalesca
Carnaval de Zé Puluca. Esse Projeto dignifica a nossa expressividade cultural,
que deslumbra em seu intimo, a valorização continua dos ilustres artistas da
cultura popular de Papacaça. Espero que iniciativa como essa possa despontar em
outras expressividades culturais do nosso município. Visando sempre a valorização, preservação,
resgate e difusão dos valores culturais da nossa cidade. Em tempo quero
externar votos de aplausos a todo Corpo Legislativo de Bom Conselho, pelos relevantes
trabalhos em prol da nossa cidade. Ao Vereador Geninho Tavares nossos sinceros
agradecimentos, por prestigiar o Carnaval de Zé Puluca. Cultura viva e Patrimônio Cultural do
Povo de Bom Conselho.
Atenciosamente,
Carlos Alberto
Presidente da AMABC.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Vereador Geninho Tavares prestigia o Carnaval de Zé Puluca com propositura
Por iniciativa do Vereador
Geninho Tavares, foi apresentado nessa quarta-feira (25/03) no Plenário
Cleonides Tenório Cavalcante, Sede do Poder Legislativo de Bom Conselho, o
Projeto de Lei Nº 002/2015, onde “Institui e inclui no Calendário Oficial de
Datas e Evento do Município de Bom Conselho e Considera como Patrimônio
Cultural Imaterial o Carnaval de Zé Puluca”. A propositura seguiu aos cuidados
das comissões competentes, onde será apreciada pelo Corpo Legislativo responsável. Caso receba pareceres favoráveis, seguirá ao Plenário da Casa de Dantas
Barreto, para ser votado.
terça-feira, 24 de março de 2015
Uma foto rara do 1º Boneco Gigante do Homem da Meia Noite
Fotografia
da década de 30, do desfile do Clube de Alegoria e crítica Homem da Meia Noite.
O
atual Clube de Alegoria e Crítica Homem da Meia-Noite, surgiu no carnaval de 1931, como uma dissidência de sócios da troça
carnavalesca Cariri de Olinda. Para desbancar o Cariri, tradicionalmente
conhecido por abrir os festejos de Momo em Olinda, o então Homem da Meia-Noite
passou a desfilar pelas ladeiras a partir dos primeiros minutos do domingo de
Carnaval, levando em seu cortejo, além de um relógio alegórico marcando
meia-noite, a tradicional Chave de abertura oficial do Carnaval da cidade. Nos
dois primeiros carnavais, de 1931 e 1932, a troça não contou com alegorias.
Saiu apenas com o seu estandarte, bordado com um relógio marcando doze horas, e
um boneco gigante confeccionado por Luciano Anacleto de Queiroz e Benedito
Barbaça, marceneiro e entalhador. Desfilou sem interrupções de 1931 até 1949.
De 1950 a 1953, no entanto, o clube não saiu principalmente por falta de
recursos financeiros. A partir de 1954, ano de comemoração da Restauração
Pernambucana, o então prefeito de Olinda, Alfredo Lopes, destinou verbas para o
clube que voltou a desfilar sem mais interrupções até hoje. O Calunga Homem da
Meia-Noite, é considerado o boneco Gigante mais antigo de nossa Cultura com 82
anos, e é tombado como Patrimônio vivo de Pernambuco e no ano de 2006 é
aclamado popularmente como símbolo do Carnaval de Olinda.
fonte:
Fundaj
segunda-feira, 23 de março de 2015
A foto em busca de uma história
A imagem se destacava entre a pilha de fotografias
do acervo do Diario de Pernambuco referentes ao carnaval. Estava lá, num papel
meio amarelento, sem nenhuma indicação de data e autoria no verso. Que desfile
foi este debaixo de chuva, que autoridade recebe flores ou entrega um troféu a
integrantes de uma agremiação que enfrentam o aguaceiro sem perder o passo?
Este singular registro ainda não foi encontrado nas páginas do jornal, mas o
personagem em questão parece ser Ariano Suassuna, o escritor paraibano que
adotou Pernambuco como lar até a sua morte no dia 23 de julho de 2014, aos 87
anos de idade. Entre 1975 e 1978, ele atuou como secretário de Educação e
Cultura do Recife e poderia ter comparecido, como autoridade responsável, ao
desfiles das agremiações na Avenida Dantas Barreto.
Na década de 1970, Ariano Suassuna frequentava as
páginas do Diario não apenas como autoridade pública. Entre 1976 e 1977 ele
publicou, primeiro no jornal, o seu livro História d’o rei degolado nas
caatingas do sertão: ao sol da onça Caetana em formato de folhetim
semanal. Antes e depois, já havia concedido ao Diario muitas entrevistas e lido
várias resenhas sobre a sua obra. Terá sido realmente ele nesta foto? Quem
souber de mais detalhes, cartas à redação. Ou melhor, comente aqui mesmo, no
Direto da Redação.
Atualização da postagem – No dia 16 de fevereiro, o
internauta Jhonatan Lourenço deixou um comentário na postagem desta foto no
Facebook do Diario. Ele escreveu: “Eu sei, Diario, quando foi isso. Isso foi em
1979 na Avenida Nossa Senhora do Carmo durante o desfile das agremiações. Era
uma segunda-feira e chovia bastante. Naquela época havia uma espécie de júri
que ficava um pouco do lado do pessoal que ficava nas arquibancadas e Ariano foi
o jurado naquele ano. Prova disso tenho comigo, uma foto de minha mãe, toda
molhada, ao lado do mestre”.
Na coleção do Diario sobre o carnaval em 1979 não
foi localizada a imagem acima de Ariano. Ela realmente permaneceu inédita todo
este período. Tornou-se pública graças à internet. E à ajuda de quem aprecia
uma fotografia excepcional. Como o principal personagem dela.
Fonte:http://blogs.diariodepernambuco.com.br/diretodaredacao/2015/02/12/a-foto-em-busca-de-uma-historia/
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