quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Eles não nasceram em Pernambuco mais amaram como filhos fossem


Ariano Vilar Suassuna nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje Cidade de João Pessoa, capital da Paraíba, no dia 16 de junho de 1927, filho de Cássia Vilar e João Suassuna. Como seu pai era o presidente do estado, cargo que a partir da Constituição de 1937 passou a ser denominado "governador".

Miguel Arraes de Alencar nasceu em Araripe, no Ceará, em 15 de dezembro de 1916, filho de um pequeno comerciante e agricultor, José Almino de Alencar e Silva e Maria Beningna Arraes de Alencar.

Ambos não nasceram em Pernambuco mais amaram como filhos fossem, cada um deu sua contribuição para o crescimento da antiga capitania que deu mais lucro (Pernambuco), mais quando se juntaram a terra dos altos coqueiros, passou a dar uma importância e valor a CULTURA POPULAR.

O Movimento Armorial surgiu como objetivo de buscar uma arte brasileira erudita fundamentada nas raízes populares da nossa cultura. E para, através dessa arte, lutar contra o processo de descaracterização e de vulgarização da cultura brasileira.  

"Para amar a terra que nasceu, não é preciso lembrar publicamente que é filho dela, principalmente alicerçados sobre interesses pessoais, basta ama-la de verdade, transformando os discursos oriundos da autapromoção, em ações transformadoras em prol do crescimento e da sustentabilidade da terra que o fez surgir, defendendo e valorizando seus heróis, aqueles que em vida, deram sua relevante participação no crescimento do lugar que te faz ter orgulho em falar onde nasceu, torrão esse que te recebeu de braços bem abertos, que fez surgir a sua vida, e que designou diversas oportunidades de crescimentos. Por isso se faz necessário uma reflexão diante de uns dos sábios ditados popular. “Pai não é aquele que faz, mas sim o que cria, que educa, que alimenta, que cuida e protege, ensinado a viver com dignidade, dando amor e carinho, ao ser humano, que o tem como filho“. Por isso antes de se autopromover, tenha pelo menos um pouco de dignidade, fazendo da sua iniciativa, algo de bom de verdade a sua terra, beneficiando a todos e não aos seus mesquinhos interesses". Ajuizou Carlos Alberto, presidente da AMABC.